terça-feira, 25 de maio de 2010

Teatro popular



No dia 9 de Maio de 2010 realizou-se mais uma peça de teatro popular "A Feira" pelo Grupo Cénico e Beneficente de Arentim, Braga.
É o mais antigo grupo de teatro amador do concelho de Braga e um representante do teatro feito em espaço rural.
O projecto teatral do grupo caracteriza-se pela realização de teatro de gosto popular, independentemente do género.
A inexistência de centros de diversão nas redondezas fez com que Arentim se transformasse num pólo de atracção popular, cuja influência se iniciou durante a década de sessenta.
A importância social do grupo é visível pela adesão aos espectáculos pelas populações vizinhas e também pela participação dos arentinenses, que facilitou o recrutamento de actores, músicos e técnicos. Segundo os responsáveis, durante quarenta anos, a esmagadora maioria das casas (famílias) da freguesia participou de uma forma ou de outra na produção dos espectáculos.
Com o tempo o estilo teatral do grupo foi ganhando maior importância, porque passou a ser o único representante de uma época marcada por certo formato artesanal de arte, em que tudo era feito no grupo, desde os cenários aos adereços. Para isso tinham o grande apoio da Casa Gomes (Porto) na área da caracterização e dos figurinos, acabando por "herdar" o excepcional guarda-roupa (vários milhares de peças) desta firma quando esta fechou as portas.
Em 2000 recebeu a Medalha de Mérito (Grau Prata) da Câmara Municipal de Braga.
Em 2008 publicou o livro "Teatro em Arentim - 40 anos de fé e tradição".

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Capela de São Gonçalo




Também conhecida como capela de Nossa Senhora das Neves, é uma construção barroca, com planta longitudinal, com nave única e capela-mor rectangulares e sacristia à direita. A fachada principal é encimada por um frontão triangular e um pequeno óculo circular. No interior um belo retábulo de talha policromada da capela-mor, que se sobrepõe à simplicidade da estrutura. Em meados do século XX deixou de se realizar culto na capela e acabou a festa de São Gonçalo que atraía ao local muitos visitantes. ("História das freguesias e concelhos de Portugal", volume 4, 2004)
A capela encontra-se na freguesia de Arentim, Braga.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Festa das Cruzes



É considerada a primeira grande romaria que abre o ciclo de festividades do Alto Minho (ou das famosas romarias minhotas), um misto de animação, luz, cor e alegria.
As Festas das Cruzes de Barcelos assentam no conhecido milagre das cruzes, que terá dado origem à construção do Templo do Senhor Bom Jesus da Cruz e às próprias festas.
Não existem certezas quanto ao ano a que remontam, mas sabe-se que já se realizavam em 1852, quando D. Pedro (então príncipe) e D. Luís I (então infante) se deslocaram a Barcelos para assistirem às Festas das Cruzes.
Também se desconhece a data da formação da Real Irmandade do Senhor da Cruz, embora a sua existência aponte para o ano de 1609. A irmandade adopta o epíteto de real quando o rei D. Pedro IV aceita ser seu juiz perpétuo.
A lenda do milagre encontra-se associada à aparição de uma cruz negra, acompanhada da figura de Deus, a um sapateiro de Barcelos.
Até ao século XIX as festas tinham essencialmente um cariz religioso, para onde acorriam romeiros de todo o país e da Galiza, que vinham a pé, descalços, em romaria, cantando e dançando, com o farnel à cabeça. As festas eram pretexto para encontro entre os mais velhos e a concretização de negócios e para os mais novos eram as oportunidades de namoricos, marcação de novos encontros, que mais tarde se traduziam em namoros e casamentos.
No século XX, à essência religiosa foram-se adicionando elementos de características profanas, visíveis no aspecto lúdico: carroceis, barracas de diversão, corridas de cavalos, espectáculos de circo, fogo de artifício, cortejos etnográficos, torneios e concursos entre muitos outros.
As festas realizam-se todos os anos no dia 3 de Maio (feriado municipal).

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Capela de Nossa Senhora da Conceição



Altar-mor, da época renascentista, da autoria de João de Ruão, onde estão esculturas da Virgem com o Menino, de Santa Ana e de São Joaquim, ladeadas, a uma escala mais pequena, de profetas.
As paredes são revestidas por azulejos que narram a criação do mundo.
Estas obras poderão ser vistas na Capela de Nossa Senhora da Conceição, mais conhecida por Capela dos Coimbras.
Foi mandada construir por D. João de Coimbra em 1525.
Foi classificada como Monumento Nacional em 1910.
Já tinha passado inúmeras vezes pela capela sem nunca a encontrar aberta. No dia 01/04/2010, vi o interior da capela pela primeira vez. Embora o espaço seja muito pequeno, vale bem a visita.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Parque Nacional do Litoral Norte



Terrenos que em tempos antigos eram considerados estéreis, passaram a ser cultivados devido à geração de camponeses-recolectores, que utilizando o sargaço para fertilizar, praticavam uma forma de agricultura única no mundo e em risco de extinção: "campos masseira".
Parte dos areais desta zona foram colonizados graças ao trabalhar da terra que se confundia com as fainas do mar.
Na vizinhança destes campos estão as praias de mar e de rio e os estuários do Cávado e do Neiva.
Com o objectivo de preservar e conservar os valores naturais, físicos, estéticos, paisagísticos, culturais e preservação do sistema dunar, foi criado o Parque Natural do Litoral Norte, na área administrativa do concelho de Esposende.
Neste parque estão inventariadas duzentas e quarenta espécies de plantas (que estão distribuídas pelas dunas, lagoas costeiras e florestas de pinhal e carvalhal) e duzentas e vinte espécies de animais vertebrados (cento e dezassete aves, dez mamíferos, seis répteis, seis anfíbios e setenta e duas espécies de peixes).
Um excelente local para um passeio.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Poema II



Hoje já tem dez anos e continua a escrever.
Desta vez foi um poema para a mãe, do dia a elas dedicado.

Mãe. Tu és como o azul do céu,
Como o vento fresco no Verão,
Como as rosas perfumadas
Como voa um falcão...

Tu tinhas uma paixão
Era a de dançar,
Pegaste-a a mim
Agora só gosto de te imitar.

Gostas mesmo de mim?
Desde que eu nasci?
Não te esqueças!
Que isso de Amar eu já aprendi!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Cristo-Rei



Após a visita do Cardeal-Patriarca de Lisboa D. Manuel Cerejeira ao Brasil, este trouxe a ideia de um monumento ao Cristo-Rei.
Eleva-se a cento e trinta e três metros, sendo uma das mais altas construções de Portugal e um excelente miradouro sobre as redondezas.
A primeira pedra foi lançada a 18 de Dezembro de 1949 e foi inaugurado a 17 de Maio de 1959, dia de Pentecostes, perante milhares de pessoas.
Apresenta-se numa postura acolhedora, voltado para a cidade de Lisboa, de braços abertos e de cabeça inclinada.
A imagem foi construída na própria estrutura, recorrendo a moldes de gesso, preparados a partir da maquete, onde foram gastas cerca de quarenta mil toneladas de betão e posteriormente esculpido à mão num trabalho de minúcia.
O projecto é da autoria do arquitecto António Lino e do engenheiro Francisco de Mello e Castro e a imagem é da autoria do mestre Francisco Franco de Sousa.
É um monumento religioso de devoção ao Sagrado Coração de Jesus, conhecido como Santuário Nacional de Cristo-Rei, que se situa no Lugar do Pragal, na freguesia de Almada.
Poderá ser um dos edifícios sacros mais alto e também o pedestal mais alto com a imagem de Cristo.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Pasteis



Depois da revolução Liberal são encerrados todos os conventos e mosteiros de Portugal e o clero e os respectivos trabalhadores são expulsos.
Segundo consta, alguém que teria pertencido ao Mosteiro dos Jerónimos, pôs à venda uns pasteis, como forma de sobrevivência.
Esta venda de pasteis inicia-se junto ao Mosteiro, num estabelecimento que estava associado a uma refinaria de cana-de-açúcar.
Os pasteis, cuja receita ainda se mantém sem alterações até aos dias de hoje, passam a ser produzidos, a partir de 1837, em instalações anexas à refinaria.
Na altura o pasteleiro do mosteiro terá vendido a receita ao empresário português Domingos Rafael Alves, vindo do Brasil. A receita continua ainda hoje na posse dos seus descendentes, sendo uma marca patenteada (nome e receita).
Apenas os mestres pasteleiros conhecem a receita, que é feita de forma artesanal, assinam um termo de responsabilidade e fazem um juramento onde se comprometem a não a divulgar.
Por dia são confeccionados cerca de dez mil pasteis.
Vale a pena um passeio até ao Mosteiro dos Jerónimos e à Torre de Belém e fazer uma paragem para provar, ou recordar o sabor, dos pasteis que rapidamente ficaram conhecidos por "Pasteis de Belém", que são servidos ainda quentes e polvilhados com açúcar e canela.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Praça Grande





É considerada por muitos como a mais bela praça do mundo.
Podemos observar o edifício dos paços do concelho com as suas estátuas que parecem saudar quem por lá passa. Elas contam a história atormentada de Bruxelas, da Flandres e da Valónia. "Lá estão representados Evrard t'Serclaes, libertador da cidade em 1356 e Ferdinando de Habsburgo, irmão do poderosíssimo Carlos V; um pouco mais acima ergue-se aquele que foi o pintor oficial da cidade sob o domínio dos duques da Borgonha, Roger van der Weyden." (Dupuis-Panther, Ferdinand, Património da Humanidade - Os sítios naturais e culturais inscritos na lista da UNESCO, Círculo de Leitores, Volume 6, 2000).
Nos dias 13 e 14 de Agosto de 1695 a praça ficou completamente destruída após os bombardeamentos da artilharia francesa, comandada pelo Marechal de Villeroy.
Após a reconstrução, a praça recuperou toda a sua magnitude.
Em 1998, a praça foi inscrita na lista de Património Mundial da UNESCO.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Lucchetti d'amore




Quem passa pela Ponte Pietra tem a oportunidade de ver alguns (muitos) cadeados ou aloquetes.
Trata-se de uma forma de declaração de amor eterno proferida pelos casais, em que os cadeados, com os nomes do par, simbolizam a eternidade.
Segundo consta, foi em Roma, na Ponte Milvio, que se iniciou a tradição dos Lucchetti d'amore (os cadeados do amor). Depois do cadeado colocado a chave é atirada ao rio para imortalizar o seu amor. As pontes, como símbolo de relacionamentos, pois ligam duas partes, são os locais preferidos para este acto simbólico.
Tirada na Ponte Pietra, sobre o rio Adige, em Verona (Itália), cidade romântica onde decorre a história da peça "Romeu e Julieta" de William Shakespeare.

Ponte dos Suspiros



Segundo a lenda, o nome provém das lamentações que os condenados proferiam quando passavam pela ponte e viam pela última vez, aquilo que só voltariam a ver anos mais tarde: a luz do dia, o mar e a liberdade.
É uma pequena ponte, que se situa próximo da Piazza de San Marco (Veneza, Itália), construída no século XVII, que liga o Palazzo Ducale (também conhecido como Palácio do Doge) e as Prigioni Nuove (Prisões Novas).
Esta ponte faz parte do trajecto que os condenados tinham de percorrer desde o palácio, sede dos tribunais, para as prisões.
Esta é a perspectiva que os condenados teriam ao passar pela ponte.

segunda-feira, 8 de março de 2010

À noite...



Passear pelas suas ruas, que são canais, já por si é uma experiência interessante... Não há carros, não veículos motorizados de duas rodas, nem sequer bicicletas. É um descanso. Essa experiência é ainda mais gratificante à noite. Tudo está calmo e tranquilo. Praticamente não existe movimento de qualquer espécie.
É uma das poucas cidades do mundo que pode ser descrita como verdadeiramente única, que está construída sobre os bancos de areia criados pelas correntes do Adriático na laguna Veneta, onde as belas construções se afundam ano após ano.
Foi em tempos uma poderosa república marítima, onde existem exemplos extremamente significativos da arquitectura gótica e renascentista. A cidade tem cerca de 170 canais, 400 pontes e 118 ilhas.
Está classificada como Património da Humanidade pela UNESCO.
Foi o berço do nascimento de conhecidos arquitectos, pintores, músicos e papas.
Fotografia tirada na Fondamenta Minotto, em Veneza.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Infante D. Henrique



O meu companheiro de secretária, criado por Júlia Ramalho, que todos os dias vai observando o que se passa.
É uma das grandes figuras da época dos descobrimentos e um dos membros da dinastia de Avis, também conhecido por Infante Sagres.
Foi armado cavaleiro e recebeu os títulos de Duque de Viseu e Senhor da Covilhã. Foi nomeado dirigente da Ordem de Cristo, cargo que exerceu até ao fim da sua vida.
Foi o primeiro a passar para lá do Cabo Bojador, eliminando os medos que existiam até então do mundo desconhecido que existiria depois desse ponto geográfico, ficando com o direito de explorar para além do Cabo.
Nasceu no Porto a 4 de Março de 1394 e faleceu a 13 de Novembro de 1460.
Este Princípe deu o seu nome ao Externato Infante D. Henrique, Ruílhe, Braga, onde me foi oferecida esta peça.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

D. João Peculiar



Sabe-se que nasceu em Coimbra.
Estudou em Coimbra e Paris.
Fundou o Convento de S. Cristóvão de Lafões, no concelho de São Pedro do Sul.
Foi eleito Bispo do Porto em 1136.
Foi eleito Arcebispo de Braga e Primaz das Espanhas em 1138.
Foi o organizador do encontro do rei Afonso Henriques com Afonso VII de Leão e Castela, em 4 e 5 de Outubro de 1143, do qual resultou o Tratado de Zamora, que marca a independência de Portugal.
Tem em Braga, no Largo de S. Paulo, uma estátua em sua homenagem, com um peculiar báculo.
Trata-se de D. João Peculiar, que veio a falecer em Braga no dia 3 de Dezembro de 1175.
Foi sepultado na Sé de Braga.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Topiária



No dia 14 de Agosto de 2009, andava eu e o Andrade em trabalho para os lados de Parelhal, Barcelos, quando ele reparou nesta árvore.
Segundo ele, é uma oliveira.
A este tipo de arte de podar plantas e transforma-las, dando-lhes formas artísticas, dá-se o nome de topiária.
Aparentemente foram os romanos a utilizar esta arte para embelezar os jardins das suas casas.
No século XV, os italianos, inspiraram-se nos romanos, com as suas fontes e estátuas. O estilo metódico do final da Renascença e inícios do Barroco, e os seus jardins seguem o exagero e as técnicas refinadas, influenciados pelos artistas da época.
Depois aparece o estilo francês, inspirado nos jardins medievais, principalmente dos italianos.
Um dos mais famosos é o jardim do Palácio de Versalhes, criados por André Le Nôtre.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Poema



Tem nove anos e no meio das suas brincadeiras de criança, resolveu escrever uma letra para uma música que já conhecia.
O resultado foi este:
Sinto uma dor
Dentro de mim
É o amor
Que é mesmo assim
Isto é lindo
Como uma flor
Num lugar florido
Com muita cor
Com muita cor.

sábado, 25 de julho de 2009

Padrão do Salado



É Monumento Nacional e foi erigido em 1342, no reinado de D. Afonso IV, para comemorar a participação portuguesa na Batalha do Salado, travada em Outubro de 1340, entre os reis cristãos (Castela, Aragão e Portugal) e os emires de Granada e de Fez.
O monumento é constituído por um alpendre gótico em granito que abriga um cruzeiro em calcário dourado.
Pela valentia demonstrada pelo rei português, este ganhou o cognome de o Bravo. Também se distinguiram pela coragem os peões portugueses, entre os quais se encontrava um importante corpo de vimarenenses.
É possível observá-lo de perto no Largo da Oliveira, em Guimarães.

domingo, 19 de julho de 2009

Fonte do Ídolo



É um monumento rupestre de cariz religioso e é o santuário deste tipo mais relevante da Península Ibérica, também conhecido por Tanque do Quintal do Ídolo.
Foi classificado como Monumento Nacional em 1910 e por Decreto-Lei de 1970 foi determinada uma zona de protecção à volta do monumento.
Ainda não se conhece muito bem a história da sua descoberta. Embora seja um monumento da época romana, não aparece mencionado no mapa de Georg Braun, de 1594, onde se podem ver diversas referências a pontos da cidade romana. Em 1634, o arcebispo Dom Rodrigo da Cunha publica a "História eclesiástica dos arcebispos de Braga", onde também não aparece nenhuma referência ao monumento. Apenas em 1728, Jerónimo Contador de Argote, faz uma descrição detalhada e ilustrada na sua obra "Memórias para a história eclesiástica do arcebispado de Braga".
Segundo a interpretação feita por alguns autores, o monumento terá sido mandado construir por Célico Fronto, originário de Arcóbriga (Monreal de Ariza, Saragoça), pertencia ao clã dos Ambimógidos, e que terá vivido em Bracara Augusta no século I, onde desempenhava a profissão de restaurador de edifícios. Ainda segundo Francisco Sande Lemos, seria um monumento particular integrado numa domus suburbana (a residência do próprio Célico) e segundo Manuela Martins, poderia ser um santuário público mandado edificar por Célico Fronto para usufruto da comunidade local, sendo um dos raros exemplos de evergetismo (o senso de "generosidade" característico dos notáveis antigos) na cidade romana de Bracara Augusta.
A fotografia foi tirada no dia de inauguração do projecto de conservação e valorização da Fonte do Ídolo, em 2006.
Fica na Rua do Raio, n.º 390, em Braga.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

São Fins de Friestas



Embora no local exista uma placa onde se pode ler "Igreja de Sanfins de Friestas", encontrei uma referência a este monumento (Almeida, Álvaro Duarte de e Belo, Duarte, Portugal Património, Guia - Inventário, Volume I, Círculo de Leitores, Casais de Men Martins, 2007) com a designação "Igreja de São Fins de Friestas". Provavelmente ambas as grafias estão correctas.
Visitei o local no dia 16/08/2006 na companhia do Cruz (colega de trabalho). Embora estivesse a chover bastante, ainda deu para perceber que a igreja românica está quase intacta embora o convento esteja em ruínas.
O Convento e Igreja de Sanfins de Friestas situa-se no Lugar de Eiras, Sanfins, a cerca de doze quilómetros de Valença.
Está classificado como Monumento Nacional por Decreto de 16/06/1910 e pelo Decreto 14425, de 15/10/1927.
O convento parece ter sido fundado no final do século XI, talvez segundo a Regra de São Bento. Mais tarde passou para a Companhia de Jesus, como anexo do Colégio de Jesus de Coimbra, por decisão de D. João III. Na fotografia pode-se ver uma parte do claustro. A igreja é composta por uma única nave, alta e estreita.
A cerca de trezentos metros é possível visitar o cemitério.
É um local isolado, calmo e que vale a pena visitar.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Biblioteca



Esta biblioteca está num edifício do século XIV, onde funciona actualmente a Faculdade de Geografia e História da Universidade de Santiago de Compostela.
Entre as muitas obras que se podem encontrar nesta biblioteca está o livro "De las horas?", considerado o livro mais antigo da Galiza, escrito no ano de 1055.
Tirada em 2004 durante uma visita à Faculdade. Vale a pena a visita.